terça-feira, 8 de novembro de 2011

Amor em conta gotas

Por Marlon Vila Nova

Elenita Rodrigues (@elenitaaah), falando sobre acreditar no amor, disse em seu blog:
"Se isso vai te levar a algum lugar... sei lá. Mas se isso te fizer feliz enquanto você estiver indo, poxa... não é isso que é viver, não?"
E se for pra viver assim, de gota em gota... é melhor do que deixar secar, não é?

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

What the fuck!?

Por Preguiça


Imagens como essa andam sendo disseminadas pela internet e por sites de relacionamento. Todo mundo "curte" e acha o máximo. Dezenas de comentários do tipo "verdade", "é isso mesmo", "falou tudo" acabam aparecendo cada vez que alguém divulga essa mensagem.
Eu fico me perguntando que tipo de pessoa acha realmente que isso é verdade. Prefiro acreditar que ninguém. As pessoas acostumaram a se sabotar. Ou alguém concorda que prefere não ser correspondido, que preferia que as pessoas que te interessam te ignorassem ao invés de corresponder às suas investidas? Eu aprendi desde cedo a correr atrás do que eu quero, a me colocar disponível, visível e apto aos meus interesses. Não acho que eu esteja errado. Adoro a série, me divirto e acho fascinante o humor ácido do Dr. House, mas como uma série, como uma forma de me fazer das risadas, não como realidade.
A frase não é mentira. É realmente nisso que as pessoas se baseiam hoje em dia quando, raramente, se interessam de verdade por alguém. Mas convenhamos que, caso todo mundo comece a agir dessa forma, ninguém nunca mais vai conseguir se relacionar. Alguém tem que ceder pra que isso dê certo, e aí a responsabilidade de fazer o relacionamento dar certo vai sempre estar nas mãos do que for menos idiota pra agir da maneira como realmentre quer.
Fala-se tanto em personalidade, em ser forte, em superar expectativas hoje em dia, e só o que consigo ver é um monte de crianças brincando de esconde-esconde pra sempre. Se escondendo delas mesmas pra ver se alguém de fato as encontra. Isso faz algum sentido pra vocês?

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Coleção

Por Avareza

Me disseram recentemente: "Todos os sentimentos foram feitos para serem vividos, inclusive a tristeza". Eu preciso mesmo viver tudo que passa por mim até acabar. Esse negócio de ficar colecionando sentimentos não terminados não estava dando certo.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Bom dia, amigo!

Por Ira

Acordar hoje recebendo um "amigo" em resposta ao meu bom dia foi mais doloroso do que eu pensava. Eu havia previsto que seria assim. Já tinha comentado com você. Mas você disse que dessa vez não. Que já havíamos passado isso vezes demais com outras pessoas e que agora, nós dois, juntos, iríamos mudar nosso destino. Eu já estava começando a acreditar no "nosso" do destino quando sua resposta veio: "bom dia pra você também, amigo!".
A dor literalmente física não é o que mais incomoda. Me incomoda saber que era verdade. Que realmente nós dois teríamos o "nosso" destino da forma como sempre sonhamos se estívessemos juntos. Mas só se não tivesse aparecido outro. Se...
O problema dessa época em que resolvi viver é que as pessoas não confiam mais nos relacionamentos. Não apostam mais no que sentem. Se você tivesse acreditado que ia dar certo e tivesse apostado nisso, não teria ficado com outro. Se eu tivesse apostado que daria certo não estaria com outro quando minha amiga me ligou, teria atendido a ligação me chamando de última hora pra ir pro Rio, teria ido, passado o final de semana com você, que não conheceria o outro e sua mensagem de bom dia não viria com um "amigo" depois da vírgula. Mas eu não apostei o suficiente. E você também não.
Agora você acha que as chances de ser feliz com ele são maiores do que comigo. E eu não acho mais nada.
Eu sei que tudo isso vai passar, que eu vou esquecer, vou superar e voltar a acreditar em tudo que eu acreditava antes. Mas ainda vai demorar um pouco. Por enquanto eu só queria não ser eu hoje. Eu espero que esse cara te faça bem mais feliz do que ele está me fazendo triste agora. Senão não vale a pena acreditar em mais nada. Um beijo!

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

RJ x SP

Por Marlon Vila Nova

Dizem que, quando menos se espera, somos surpreendidos com o que procurávamos anteriormente. E como agir quando se está diante dessa possibilidade? O que fazer quando, ao tocar dos lábios, antes mesmo das línguas se encontrarem, duas bocas já se reconhecem necessárias... mas têm que conviver a quilômetros de distância?

domingo, 18 de setembro de 2011

Fast-food

Por Gula

Ele saiu com fome de gente.
Como qualquer faminto, aproveitou o que pôde de todo o banquete e voltou pra casa mais vazio do que antes... do que nunca.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Tem alguém aí?

Por Gula

Tenho uma dificuldade profunda em entender as pessoas. E acho que isso se deve ao fato de eu ser um profundo conhecedor das pessoas. Eu as conheço tanto que me incomoda entender porque agem de forma tão estranha.
As pessoas se sabotam, se inventam, se esquivam... de quem? Pra quê? Eu vivo agora um momento de carência de profundidade. Na verdade sempre fui meio guloso no sentido de absorver o máximo das coisas, mas me mantinha extremamente paciente com as superficialidades. Elas não andam me atraindo mais. Isso vira um problema grande quando você percebe que está cercado por uma profundidade bem rasa.
Ando com uma vontade incontrolável de gente. De convivência. De vivência intelectual. Nao ter onde me satisfazer anda me deixando mal-humorado. De repente você percebe que suas atitudes começam a ser encaradas com desconfiança.
Eu me sinto sozinho no mundo tentando encontrar companhia.
_ Oooooooiii?! Tem alguém aííííííí?
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...